A idéia da extração de peles de animais nos leva à Pré-História, ao homem das cavernas e sua necessidade em manter-se aquecido.
Ao longo dos séculos observamos notáveis evoluções no vestuário mas sempre com a utilização de peças de origem animal, tais como casacos, calçados, bolsas, cintos, luvas, chapéus e pequenos objetos tais como pentes, botões, prendedores de cabelos. O uso de peles de animais também se verifica nos tapetes, sofás, poltronas, quadros, colchas e até em cabeças de animais penduradas em paredes, exibidas como troféu de caça.
Mas, com a evolução da tecnologia têxtil atualmente temos como substituir todos esses produtos por outros, sintéticos, bastante semelhantes aos dos animais e com qualidade superior sem que seja necessário matar animais, em extinção ou não.
Cada vez mais os veículos de comunicação se preocupam em passar mensagens ecológicas, de proteção às águas, rios, mares, ar, animais, plantas, florestas....e quem ficar fora de toda essa idéia, indo na contramão da evolução (e revolução) ecológica está “out”, já que colabora para a matança desnecessária de animais, muitos em extinção.
Quando você usa produtos que não sejam de origem animal é como se você estivesse dizendo a todos que se preocupa com o planeta; pense nisso.
ANTES DA EXTRAÇÃO: Animais selvagens
De onde vem esses animais? Onde ficam antes de terem suas peles retiradas? Como vivem?
Existem os animais que são criados em cativeiro especificamente para a extração de peles, e em algumas regiões do planeta também é feita a caça a animais selvagens para esse fim.
Dos que são capturados em seu habitat natural como onças, tigres, focas, jacarés, ursos, raposas, etc... uma porcentagem muito alta já chega morta ao local da extração, isso quando sua pele não é extraída no próprio lugar onde o animal foi caçado.
O método mais usado para caçar esses animais é através de armadilhas deixadas em locais estratégicos. Ao ser capturado, pelo menos um entre cada quatro animais rói a pata na tentativa de se livrar da armadilha e da dor, mas pouco tempo depois morrem por hemorragia, infecção, fome, por ataque de predadores ou pelos próprios caçadores que o acham com facilidade.
Os que não conseguem escapar das armadilhas podem sofrer ali por dias ou até semanas, morrendo de fome, frio, sede, hemorragia, ou atacados por outros predadores.
Se sobreviverem à caça são mantidos nas mesmas condições que os animais criados em cativeiro, ou são mortos a pauladas no próprio local da armadilha
Além dos animais selvagens, muitos cães, gatos, pássaros e outros domésticos como ovelhas e até vacas são capturados pelas armadilhas, e estima-se que quase 5 milhões desses animais sejam vítimas indiretas. 
ANTES DA EXTRAÇÃO: Animais de cativeiro
Os que são criados em cativeiro já nascem confinados em gaiolas minúsculas e imundas, em condições deploráveis, e por causa disso adquirem um comportamento neurótico/depressivo/psicótico como a auto-mutilação, o canibalismo, os movimentos repetitivos de um lado para outro da gaiola além de baterem com a cabeça nas grades da mesma.
Muitas jaulas ficam ao ar livre e os animais sofrem com a variação climática, sol, chuva, vento, frio.
A alimentação é artificial e causa problemas digestivos, além de ser suficiente apenas para mante-los vivos.
Por causa desse confinamento cruel os animais tem feridas, fraturas expostas, infecções respiratórias, tumores cancerígenos, lesões nas patas por causa da estrutura de arame das jaulas.
Tratamento veterinário? Jamais.
Como são confinados indiscriminadamente, muitos reproduzem e geram filhotes com alterações genéticas, deformações e mutações de órgãos internos e membros, devido à consanguinidade.
O estresse é tão alto que é o responsável por 20% da morte desses animais.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
EXTRAÇÃO DE PELES (Parte 1)
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VÍDEO CONTRA O PL4548/98
Veja o vídeo que o G.P.I.A.A fez sobre a exclusão do artigo 32 da lei 9605/98, os animais brasileiros agora mais do que nunca, PRECISAM DA NOSSA AJUDA!
Visitem também a comunidade do G.P.I.A.A no Orkut:
http//www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55127548
O QUE É O PL4548?
Essas são as pessoas que querem ajudar a legalizar as vaquejadas, rinhas de galo, rinhas de cães e RODEIOS. Clique na imagem e leia mais.
FAZENDAS DE OVOS E SUAS GALINHAS POEDEIRAS.
(Clique e arraste o mouse para um giro de 360º)
Nos EUA estimativas mostram que 95% das galinhas poedeiras são confinadas em gaiolas de criação intensiva.
Em dezembro de 2008, cerca de 300 milhões de aves foram confinadas, quase uma ave para cada cidadão americano.
Em cada gaiola cabem 5 ou 6 aves mas há uma super população de até 10 aves . As orientações especificam que cada galinha ocupe 67 centímetros quadrados de área, ou seja, menos do que uma folha de papel normal.
Como qualquer animal, os frangos querem fazer atividades normais como ciscar, coçar, raspar com as patas, alongar as asas, e a falta dessas atividades faz com que desenvolvam doenças respiratórias por causa da constante exposição aos vapores fecais de amônia, osteoporose, fraturas ósseas, feridas, e seus bicos são queimados com lâminas quentes para que não briguem.
São confinados por um ano e meio antes que sua capacidade de pôr ovos diminua, depois são mortos.
PARA CADA OVO QUE VOCÊ COMPRAR, UMA GALINHA VAI SER OBRIGADA A SUPORTAR ESSAS CONDIÇÕES POR MAIS DE 32 HORAS.
EXTRAÇÃO DE PELES, UMA DAS PRÁTICAS MAIS CRUÉIS
Os animais são despelados, de preferência,VIVOS. Sedativos? pauladas, socos, pontapés, choques, são amarrados....depois são jogados sem pele em uma pilha de lixo; morrem pela extrema dor e por infecções. Muitas pessoas não sabem como as peles são retiradas, então CONTE ao maior nº de pessoas possível como os animais sofrem. Para fazer um casaco de pele, matam-se: 42 raposas vermelhas ou 65 visons ou 8 focas ou 24 raposas ou 400 esquilos ou 30 lontras. Será que esses animais tem que pagar com a vida pela pelagem bonita que possuem?.
Uma vez por semana tire a carne do seu cardápio. Você pode conhecer os restaurantes vegetarianos ou simplesmente montar um cardápio sem nenhum tipo de carne. É uma ação simples e de grande impacto.
foto da semana
Um elefante bebê recebe uma garrafa de leite de um tratador durante sua sessão de alimentação diária, quarta-feira (14/10)na ONG David Sheldrick Wildlife que cuida de elefantes órfãos nos arredores do parque nacional de Nairobi, no Quênia. Alguns dos elefantes bebês foram abandonados, vítimas de uma das piores secas nos últimos anos, afetando milhões de pessoas em toda a África Oriental.








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