(continuação)
“Agora as palavras ditas pelo próprio Dalai Lama a um repórter do jornal australiano “The Age”, e que também é mostrado no vídeo:
Dalai: Meu pai gosta de...porco, então, eu sentava do lado dele como um cão, esperando por alguma coisa..
Repórter: Lutando com seu “irmão” por um pedaço de carne?
Dalai: Nós sempre lutamos, principalmente com meus dedos, minhas unhas bem afiadas, então, coitado do meu irmão,...no rosto dele ficavam as marcas, até tarde...mesmo já adulto, as marcas ainda estão lá...porque minhas unhas...eram feito....ganchos....
O “chef” de uma organização com fins não lucrativos em Milwaukee, em maio de 2007, conta que a carne que o Dalai mais gosta é vitela e perguntou a ele como era feita. Ficou tão feliz que tirou fotos com todos os cozinheiros.
O Dalai Lama sabe perfeitamente como é obtida a carne de que tanto gosta, sabe como os filhotes sofrem...
Quando perguntado sobre como ele pode amar comer carne e ao mesmo tempo incentivar as pessoas a ter compaixão pelos seres viventes, ele respondeu que come carne porque já teve hepatite B e os médicos mandaram.
O repórter entrevistou vários médicos e nenhum deles concordou que há necessidade do consumo de carne por quem já teve hepatite B.
Dalai Lama não só decidiu que todos os restaurantes em Dharamsala fossem vegetarianos como também foi contra a abertura do restaurante fast-food Kentucky Fried Chicken no Tibet, em junho de 2004.
Ele disse: “Quando vejo uma fila de frangos pendurados por um gancho num açougue, dói. Acho inaceitável que a violência seja a base de muitos de nossos hábitos alimentares.”
Obviamente quando o Dalai lama engoliu a carne de vitela assada e disse que estava deliciosa ele não achou que “doía” ou que era “inaceitável”.
Ele declarou que “Comer frango realmente começou com a chegada dos chineses comunistas no Tibet”.”
(continua)
Veja a primeira parte: http://ativismocroft.blogspot.com/2009/08/dalai-lama-hipocrisia-de-um-lider.html
Veja o Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MSIKOD7_PqQ
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
DALAI LAMA a hipocrisia de um líder religioso (Parte 2)
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O QUE É O PL4548?
Essas são as pessoas que querem ajudar a legalizar as vaquejadas, rinhas de galo, rinhas de cães e RODEIOS. Clique na imagem e leia mais.
FAZENDAS DE OVOS E SUAS GALINHAS POEDEIRAS.
(Clique e arraste o mouse para um giro de 360º)
Nos EUA estimativas mostram que 95% das galinhas poedeiras são confinadas em gaiolas de criação intensiva.
Em dezembro de 2008, cerca de 300 milhões de aves foram confinadas, quase uma ave para cada cidadão americano.
Em cada gaiola cabem 5 ou 6 aves mas há uma super população de até 10 aves . As orientações especificam que cada galinha ocupe 67 centímetros quadrados de área, ou seja, menos do que uma folha de papel normal.
Como qualquer animal, os frangos querem fazer atividades normais como ciscar, coçar, raspar com as patas, alongar as asas, e a falta dessas atividades faz com que desenvolvam doenças respiratórias por causa da constante exposição aos vapores fecais de amônia, osteoporose, fraturas ósseas, feridas, e seus bicos são queimados com lâminas quentes para que não briguem.
São confinados por um ano e meio antes que sua capacidade de pôr ovos diminua, depois são mortos.
PARA CADA OVO QUE VOCÊ COMPRAR, UMA GALINHA VAI SER OBRIGADA A SUPORTAR ESSAS CONDIÇÕES POR MAIS DE 32 HORAS.
EXTRAÇÃO DE PELES, UMA DAS PRÁTICAS MAIS CRUÉIS
Os animais são despelados, de preferência,VIVOS. Sedativos? pauladas, socos, pontapés, choques, são amarrados....depois são jogados sem pele em uma pilha de lixo; morrem pela extrema dor e por infecções. Muitas pessoas não sabem como as peles são retiradas, então CONTE ao maior nº de pessoas possível como os animais sofrem. Para fazer um casaco de pele, matam-se: 42 raposas vermelhas ou 65 visons ou 8 focas ou 24 raposas ou 400 esquilos ou 30 lontras. Será que esses animais tem que pagar com a vida pela pelagem bonita que possuem?.








6 comentários:
Comentário III/V
Mahamati, quando filhas da boa linhagem, desejando exercitarem-se em várias disciplinas, tais como o desenvolvimento de um coração compassivo, o domínio de fórmulas mágicas, ou o conhecimento mágico perfeito, ou, ao engajarem-se em uma peregrinação pela senda Mahayana, retiram-se para lugares isolados, demônios se aproximarão delas se ainda comerem carne. Se, sentadas em poltronas ou assentos dedicados à prática, serão impedidas de desenvolver siddhis ou alcançar a libertação por causa do consumo de carne.
Até mesmo a visão de formas objetivas faz com que surja o desejo de provar seu sabor, que o Bodhisttava, cheio de piedade e considerando todos os seres como seus filhos, abstenha-se de carne completamente. Reconhecendo que sua boca tem cheiro extremamente fétido, mesmo estando vivo, o Bodhisattva, cuja natureza é piedade, abstém-se totalmente de comer carne.
O comedor de carne dorme mal e acorda perturbado. Ele sonha com acontecimentos terríveis. Ele vive sozinho em uma cabana vazia; seu espírito é perseguido por demônios. Freqüentemente ele é abatido pelo medo, ele treme, sem saber o porquê. Não há regularidade em sua dieta e ele nunca está satisfeito. Em seu comer, ele nunca sabe o que é o gosto próprio dos alimentos, a digestão e a nutrição. Suas vísceras estão entupidas com vermes e outras criaturas impuras por causa da carne. Ele já não se sente tão avesso a doenças. Se eu ensino que consideremos a comida com se estivéssemos comendo nossos próprios filhos ou tomando drogas, como poderia eu permitir que meus discípulos, Mahamati, alimentassem-se de carne e sangue, que são gratificantes aos tolos mas abomináveis aos sábios, que trazem muito mal e afastam muitos méritos; que não são oferecidas aos Rishis e são inadequadas?
Agora, Mahamati, a comida que eu permito que meus discípulos consumam agrada aos sábios e é evitada pelos ignorantes; mantém a maldade afastada e é prescrita pelos antigos Rishis. Consiste de arroz, cevada, trigo, feijões, lentilha, óleos, mel, melado, frutas, etc.; comida preparada com estes ingredientes é a boa comida. Mahamati, pode haver pessoas irracionais no futuro que irão discriminar e estabelecer novas regras de disciplina ética e que, sob a influência da energia de hábito pertencente às raças carnívoras, irão avidamente desejar o gosto da carne: não é para tais pessoas que a alimentação acima foi sugerida. Mahamati, esta é a comida que eu indico para os Bodhisattvas-Mahasattvas, que se dedicaram aos Budas, que germinaram sementes de bondade e têm confiança. Aqueles que são todos da família do Sakyamuni, filhos e filhas de boas famílias, que não têm apego ao corpo, à vida, às propriedades, que não cobiçam prazeres, não são gananciosos, que, sendo compassivos, desejam abarcar a todos os seres vivos e consideram a todos como eles mesmos, que têm afeto pelos seres como se fossem seus filhos.
Há muitos males em comer carne Mahamati, numerosos vícios são gerados nas mentes pervertidas daqueles que estão engajados no consumo de carne. Os ignorantes e de mente fraca não estão cientes de tudo isso, e dos deméritos ligados ao consumo de carne. Saiba, Mahamati, que conhecendo isto, o Bodhisattva, cuja natureza é piedade, abstém-se de carne.
comentário parte II de V
A carne de um cachorro, jumento, búfalo, cavalo, homem ou qualquer outro ser, não é para ser comida. O Bodhisattva, portanto, não deve comer carne.
Pelo amor à pureza, Mahamati, o Bodhisattva deve evitar a carne, que nasce através de sêmen e sangue, etc. Por receio de causar sofrimento a outros seres, Mahamati, o Bodhisattva, que se dedica a atingir elevada compaixão, não deve comer carne. Para ilustrar: quando um cão vê à distância um caçador, cujo desejo é comer carne, ele se apavora e pensa “eles são assassinos, irão me matar”. Da mesma maneira, Mahamati, até mesmo os animais que vivem nos céus, na terra e na água, ao verem comedores de carne à distância, perceberão nos caçadores, por seu aguçado olfato, o desejo por carne, e fugirão de tais pessoas o mais rápido que puderem; pois tais pessoas são para os animais a ameaça de morte. Por esta razão, Mahamati, que o Bodhisattva que se dedica ao caminho da iluminação, que busca ater-se à grande compaixão, deixa de comer carne, para não aterrorizar os seres vivos. Mahamati, a carne, morta por pessoas sem sabedoria, está cheia de um odor fétido e consumi-la traz má reputação, o que faz com que pessoas sábias se afastem; O Bodhisattva não come carne. A comida dos sábios, Mahamati, é a mesma dos Rishis. Não consiste de carne e sangue. Portanto, Mahamati, o Bodhisattva não come carne.
A fim de proteger a mente de todas as pessoas, o Bodhisattva, cuja natureza é pura e santa e que não deseja que o ensinamento do Buda seja distorcido, abstém-se de carne. Pois, Mahamati, há pessoas que falam mal do ensinamento do Buda, elas dizem: “Porque aqueles que dizem estar vivendo a vida de um Sramana ou um Brâmane rejeitam a comida consumida pelos Rishis e, como animais carnívoros vagam pelo mundo aterrorizando as criaturas, ignorando a vida que deve ser levada pelo Sramana e destruindo os votos do Brâmane? Não há nenhum Dharma em suas mentes, nenhuma disciplina.” Há muitas pessoas que por essa causa tornam-se mentalmente desfavoráveis aos ensinamentos do Buda. Por esta razão, Mahamati, a fim de proteger a mente das pessoas, o Bodhisattva, cuja natureza é cheia de misericórdia e que deseja evitar que o ensinamento do Buda seja distorcido, abstém-se de carne.
Mahamati, o odor fétido emitido por um cadáver é ofensivo. Que o Bodhisattva abstenha-se de carne. Quando carne é queimada, seja de um homem morto ou de outra criatura, não há distinção entre o odor. Qualquer tipo de carne, quando queimada, emite um odor igualmente nocivo. Portanto, Mahamati, que o Bodhisattva, que deseja a pureza em sua prática, abstenha-se totalmente do consumo de carne.
Comentário IV/V
Mahamati, se a carne não é consumida por ninguém por razão alguma, então não haverá mais destruição da vida. Na maioria dos casos o extermínio de seres inocentes é feito por motivos de orgulho e raramente por outras causas. Nada de bom pode ser dito sobre comer a carne de seres sencientes, e alguém contaminado pelo ávido desejo de carne pode chegar ao ponto de comer carne humana! Mahamati, na maioria dos casos, armadilhas e outros dispositivos são colocadas em vários locais por pessoas que perderam a noção de seu apego pelo gosto da carne, e, assim, muitas vítimas inocentes são destruídas por causa do valor atribuído a elas. Há até mesmo aqueles, Mahamati, que são como Rakshasas de coração duro, e que costumam praticar crueldades. Aqueles que, sendo completamente sem compaixão, pensarão nos seres vivos como sendo destinados ao consumo e destruição – nenhuma compaixão surgirá nesses.
Não é verdade que a carne é comida aceitável e permissível para o Sravaka quando a vítima não foi morta por este, quando este não pediu a outros que a matassem e quando não era especialmente destinada a ele. Novamente, Mahamati, haverá pessoas inconseqüentes no futuro que se engajando no caminho ensinadas por mim e conhecidas como filhos de Sakya, pessoas que vestirão o manto Kashaya como um emblema, mas que serão em pensamento terrivelmente afetadas pelo klesha das noções errôneas. Eles falarão sobre suas várias práticas de disciplina, apegados à visão de uma alma pessoal. Sob a influência do desejo pelo sabor da carne criarão argumentos sofistas para defender o consumo de carne. Pensarão que estarão permitindo que eu seja caluniado quando falam de fatos possíveis de interpretar de várias formas. Imaginando que este fato em particular seja possível interpretar, eles concluirão que o Iluminado permite o consumo de carne, e que esta é mencionada entre os alimentos permitidos e que provavelmente o próprio Tathagata o consumiu. Mas, Mahamati, em lugar algum nos sutras o consumo de carne é permitido, nem referido como sendo próprio entre os alimentos sugeridos aos seguidores do Buda.
Se eu tivesse, Mahamati, uma mente que permitisse o consumo de carne, se eu dissesse que ela é própria para os Sravakas, eu não teria proibido o consumo de carne para estes iogues, filhos e filhas da boa linhagem. Desejando compartilhar a idéia de que todos os seres vivos são para eles como um filho único, esses iogues são compassivos, praticam a contemplação e uma vida ascética, eles seguem o caminho do Mahayana. Mahamati, este ensinamento de que não se deve comer carne é aqui dado a todos os filhos e filhas da boa linhagem, sejam eles ascetas das florestas ou iogues que praticam os exercícios, se eles desejam o Dharma e estão trilhando o caminho. Possuindo compaixão, consideram todos os seres como filhos, assim atingem a meta de sua disciplina.
Várias religiões de influência Ariana já se preocupavam com sofrimento animal.Seja Hinduísmo, Zoroastrismo ou o Budismo, no caso desse último os violadores de preceitos são tão atrevidos que introduzem uma tradução errônea sobre a morte do Buda dizendo que ele morreu após ter consumido "Sukara-mardava" , traduzem esse termo de forma corrupta como "carne de javali" estragada. A tradução correta do termo "sukara-mardava"significa literalmente “macio como a carne de um javali”. A região de Pava, onde Buda teria se servido de tal refeição, é rica em um tipo de cogumelo chamado exatamente de “sukara-mardava” por causa de sua consistência. Vários Sutras recriminam o consumo de carne, inclusive o Sutra de Lótus que é tão reverenciado pela maior parte das escolas budistas e no entanto também descumprido com as mais estapafúrdias desculpas.
Deixando de lado o Sutra de Lótus o Lankavatara sutra é talvez o texto em que a recriminação ao consumo de carne vai mais fundo:
“Sobre o consumo de carne”, do Sutra Lankavatara, a essência do ensinamento de todos os Budas. Lankavatara sutra
Capítulo 8 - Dharani
Naquela época, Mahamati, o Bodhisattva-Mahasattva pediu ao abençoado por mais explicação: Fale-me Abençoado, Tathagata, Iluminado, sobre o mérito e vício relativo à questão de comer carne; para que deste modo eu e outros bodhisattvas do presente e do futuro possamos ensinar o Dharma a fim de fazer com que os seres abandonem seu ávido apego por carne, seres que sob a influência da energia do hábito relativo às existências carnívoras anseiam intensamente por comidas de carne. Esses comedores de carne, ao abandonarem esse desejo, irão buscar o Dharma e considerar todos os seres com amor, como se fossem seus filhos, e terão grande júbilo e compaixão pelos seres. Desenvolvendo compaixão eles irão colocar a si mesmos, com disciplina, nos estágios para a senda dos bodhisattvas e se tornarão despertos em grande iluminação.
Abençoado, mesmo aqueles filósofos que mantém idéias errôneas e estão apegados às visões do Lokayata tais como o dualismo da existência e não-existência, o niilismo e o idealismo, mesmo eles irão proibir o consumo de carne e irão eles mesmos pararem de consumir. Ó Grande Instrutor, aquele que promove a misericórdia é um ser iluminado; não há nada de ruim em impedir o consumo de carne, não só para si mesmo, mas para os outros também. Sim, deixe que O Abençoado, cujo coração está preenchido com amor pelo mundo todo, que considera todos os seres como seus filhos e que possui grande compaixão em conformidade com seus sentimentos bondosos, ensine-nos sobre o mérito e vício relativo ao consumo de carne, de modo que eu e outros bodhisttavas possamos ensinar o Dharma.
O Iluminado respondeu: “Escute então, Mahamati, e reflita bem; Eu lhe direi.”
“Certamente, ó Iluminado.” Respondeu Mahamati, o Bodhisattva-Mahasattva. E pôs-se a ouvir.
O Iluminado disse então a ele: Por inúmeras razões, Mahamati, o Bodhisattva, cuja natureza é compaixão, não deve comer nenhuma carne; Explicarei: Mahamati, nessa longa jornada de renascimentos, não há um ser que, tendo assumido a forma de um ser vivo, não tenha sido sua mãe, pai, irmão, irmã, filho ou filha, ou outro dos laços que unem; ao renascer poderão adquirir a forma de animais, selvagens ou domésticos; assim sendo, como pode um Bodhisattva-Mahasattva, que tenciona aproximar-se de todos os seres como se fossem ele mesmo e praticar as verdades ensinadas pelo Buda, comer a carne de seres vivos que possuem a mesma natureza que ele mesmo? Mahamati, mesmo o Rakshasa que ouve os discursos do Tathagata sobre a elevada essência do Dharma alcança a percepção da necessidade de proteger o Dharma e ter compaixão; até mesmo ele evita o consumo de carne. Então Mahamati, onde quer que haja evolução de seres vivos, que as pessoas divulguem com alegria o sentimento de equanimidade, e pensem que todos os seres vivos devem ser amados como filhos únicos, que todos deixem de comer carne!
Comentário parte Final (Tá, ou eu parava de comentar ou você não ia aguentar mais rsrsrsrs)
Nos textos canônicos o processo de disciplina é desenvolvido em seqüência ordenada, como uma escada em que se sobe passo a passo, degrau por degrau, cada um unido ao outro de maneira regular e metódica. Há uma proibição quanto à carne encontrada em animais já mortos. No presente sutra qualquer forma de consumo de carne, de qualquer maneira e em qualquer lugar, é incondicionalmente e uma vez por todas, proibida a todos. Assim, Mahamati, eu não permito que ninguém coma carne, nem permitirei. Alimentar-se de carne, Mahamati, é impróprio para monges. Poderá haver alguns, Mahamati, que dirão que o Tathagata consumiu carne, eles o farão achando que isso irá caluniá-lo. Pessoas ignorantes como essas serão amaldiçoadas por seu próprio carma impeditivo, e cairão nas regiões onde longas noites se passam sem ganho nem alegria. Mahamati, os nobres Sravakas não consomem a comida das pessoas comuns, muito menos a comida que vem da carne e do sangue, que é de todo imprópria. Mahamati, o alimento próprio para meus Sravakas, Pratyekabuddhas e Bodhisattvas é o Dharma, e não a carne. O Tathagata é o Dharmakaya, Mahamati; ele se atém ao Dharma como alimento; seu corpo não é um corpo que se alimentou de carne; ele não suporta nenhum alimento cárneo. Ele já se expurgou da energia-hábito de sede e desejo que mantém preso à existência; ele mantém a má energia-hábito das paixões afastada; ele é totalmente emancipado em mente e sabedoria; ele é aquele que tudo sabe, que tudo vê; ele considera a todos os seres com imparcialidade e como seus filhos; ele é um grande coração compassivo. Mahamati, considerando que todos os seres são como um filho único, como posso eu permitir que os Sravakas comam a carne de seus próprios filhos? Muito menos eu o faria! Afirmar que eu permiti que os Sravakas, assim como eu mesmo, tomassem parte no hábito de comer carne, Mahamati, é algo totalmente sem fundamento.
Edu, fascinante e esclarecedora leitura! Esse Dalai Lama fala em favor próprio, o que lhe interessa, nada tem a ver com o ideal de um Dalai Lama, está totalmente afastado do conceito e da prática do verdadeiro Budismo Tibetano. Conheci um monge budista tibetano certa vez, e a humildade e compaixão dele chegavam a 'doer' porque nunca tinha visto ninguém assim, nem mesmo fingindo uma pessoa consegue chegar perto do que verdadeiramente È um monge que segue os antigos preceitos de sua filosofia. Uma pena. O que se ve hoje é todo um movimento fruto de ganância.
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